BIO
Família
Conceitos
Copyright© 1996-2003
|
MINHA FAMÍLIA
|
Alô
! meu nome é Carlos Roberto Leite Guedes e, até
onde pude averiguar, minhas origens remontam à família Leite,
radicada no município de Arapiraca/AL
ao final do século XIX. Há 56 anos nascí em Mari, pequena cidade
localizada entre a várzea e o brejo paraibano, produtora de
abacaxi, fumo e inhame. Há 38 anos visto a camisa da Caixa
Econômica Federal. A música é muito importante
em minha vida. Gosto de ouvir desde as composições
alegres e festivas de Vivaldi, passando pelos acordes
mágicos
de The Beatles até a música extasiante de Pink
Floyd.
Mas, sou ligado mesmo é na harmonia dos sons. Qualquer
maneira. Qualquer lugar. Qualquer som. - Bem... digamos que
tem som que não dá para engolir... axé music, eletroforró.
Toda essa coisa me parece um movimento midiático
apenas para faturar. E muito.
A
Família
 |
iniciou
com Sandra Virgínea, esposa, natural de Patos/PB.
Seu comportamento energiza a casa: alegria, tristeza,
ansiedade, determinação... tudo e todos na casa são um
espelho de si. |
 |
Tâmara, nascida
em 1982, terminou Fisioterapia na UFPB. Curte uma boa
música (preferencialmente MPB) e o que mais gosta
de fazer é estudar e dooor...miiiirrr... Aqui
aos 18 anos na praia de Camboinha. |
 |
Isadora, filha
nascida em 1985, faz o curso de Direito na UNIPE. Super
ligada em música com predileção pelo estilo axé-forró (é demais
pra minha radiola). Aqui aos 13 anos numa ensolarada
praia do Bessa. |
 |
Daniel, filho
nascido em 1988, faz o curso de Turismo na UFPB. Vidrado
em surf e frequentador assíduo das ondas de Coqueirinho
e Arapuca. Aqui aos 12 anos com sua primeira prancha
na praia de Intermares. |
O Lazer
Micrar é o meu passatempo predileto. Após um
curso de montagem e manutenção em microcomputadores
(com o mestre O'Hara) em 1999 fui estimulado a elucidar problemas
de hardware de amigos e hoje mantenho isso
como um hobby que me faz estudar e pesquisar muito mais do
que
no tempo
do ginásio (no Lyceu Paraibano) e me dá alguma
remuneração, porquanto mantenho uma assistência
técnica informal através da Tecnocomp.
Pescar numa praia tranquila ainda é o melhor remédio
para relaxar. No início dos anos 70 participei de uma pescaria
na praia do Gunga, litoral sul de Alagoas, onde a maior
peça
pescada foi um camorim de 2,5 Kg. Maravilhado, prometi a
mim mesmo que conseguiria tal feito. Consegui pescar um
camorim
com 5 Kg na praia da Penha, João Pessoa. Isso me tomou cerca
de 6 anos praticando e aprendendo. Pesquei também uma arraia
com 11,5 Kg ao lado do Forte Orange, em Itamaracá/PE.
Mas esta é outra
história.
No litoral paraibano cito como melhores pesqueiros
as praias de Tabatinga e Coqueirinho no litoral sul e Camaratuba
no litoral norte. Uma dica para uma boa pescaria: pense sempre
no peixe.

|
|