1930- raça Álvaro Machado

 


 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Breve história da cidade de João Pessoa

Em ordem alfabética, estão relacionadas pessoas que participaram de fatos marcantes na história da cidade de João Pessoa ou que, de alguma forma, contribuíram para o seu engrandecimento.

André Vidal de Negreiros
Ariano Vilar Suassuna
Antônio Borges da Fonseca
Epitácio Lindolpho S. Pessoa

João Pessoa C. de Albuquerque

João R. Coriolano de Medeiros

José Américo de Almeida
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro
Lopo Curado Garro
Napoleão Rodrigues Laureano
Padre João Azevedo

Walfredo Guedes Pereira

André Vidal de Negreiros, 1606-1680:
o primeiro grande exemplo da combatividade paraibana nasceu no Engenho São João, nas cercanias da cidade de Filipéia de N.S. das Neves. Aos 18 anos alistou-se para lutar contra os holandeses na Bahia (1624), onde sua bravura o fez ser promovido a Alferes aos 19 anos. Após, viveu 8 anos entre Portugal e Espanha, onde obteve os títulos de mestre-de-campo e comandante de terço (tropa). Voltando ao Brasil, diante da iminente tomada da cidade de Filipéia pelos holandeses (1634), insuflou os proprietários da várzea do Rio Paraíba a danificarem o maquinário dos engenhos e queimarem os canaviais para minimizar os ganhos dos invasores, iniciando pelo engenho da própria família. Foi, segundo Varnhagen, "o grande artífice da expulsão dos holandeses de Pernambuco". Durante o conflito, o rei D. João IV tentou armistícios com os holandeses. O valente André oficialmente aceitava os acordos mas, oficiosamente, continuava os combates. Na ocasião, declarou ser preferível subestimar as ordens do rei e ser castigado a compactuar com os invasores. Em 1654 os holandeses foram finalmente derrotados e Negreiros, em reconhecimento pelos feitos como "Mestre-de-Campo" nas duas batalhas dos Montes Guararapes, foi nomeado pela Coroa Portuguesa para governar, sucessivamente, as capitanias do Maranhão, Pernambuco, Estado de Angola e, novamente, Pernambuco. Faleceu na Vila de Goiana, Capitania de Pernambuco. Em testamento, dividiu suas terras e propriedades entre seus serviçais e escravos.

Ariano Vilar Suassuna, 1927-2014
O escritor e dramaturgo nasceu na cidade da Parahyba, capital do estado, filho de Rita Vilar e João Suassuna que, àquela época, cumpria o mandato de Presidente do Estado. A partir do assassinato do seu pai em 1930, por motivos políticos, toda a família foi residir em Taperoá, cariri paraibano, onde Ariano viveu boa parte da sua infância e teve os primeiros contatos com a cultura popular. A magia do teatro de mamulengos e a profusão cênica insinuada pelo imaginário dos cantadores de viola são a fonte dos seus escritos, entre os quais "O Auto da Compadecida", peça reconhecida e encenada em todo o Brasil e posteriormente adaptada para o cinema e televisão. Ariano Inspirou a criação do Movimento Armorial, o qual visa o incremento do interesse pela música, literatura, teatro, gravura, cinema, cerâmica, dança, pintura, escultura, tapeçaria e arquitetura nordestinas. Ariano, além de advogado, é membro da Academia Brasileira de Letras e também da Academia Paraibana de Letras, tendo se aposentado em 1994 como professor pela Universidade Federal de Pernambuco. Faleceu no Recife (PE) aos 87 anos.

Antônio Borges da Fonseca, 1808-1862:
paraibano de Campina Grande, é tido como o primeiro jornalista paraibano ao fundar, aos 20 anos, o jornal "A Gazeta Paraibana". Junto com Joaquim Nabuco foi uma referência nacional contra o monarquismo. Lutou incansalvelmente contra o Império, razão pela qual era conhecido como "o inimigo do Rei", defendendo a autonomia das províncias nos 25 jornais que fundou e redigiu na Paraíba, Pernambuco e Rio de Janeiro. Participou ativamente do movimento de 6 de abril de 1831, que terminou com a abdicação de dom Pedro I na madrugada seguinte. Foi preso muitas vezes em razão dos seus ideais. Participou de vários movimentos ocorridos em Pernambuco na segunda metade do século XIX, sendo um expoente da Revolução Praieira, ocasião em que redigiu o famoso "Manifesto ao Mundo" onde, entre outros ítens, exigia o voto livre e universal do povo brasileiro, a plena liberdade de comunicar os pensamentos pela imprensa e o trabalho como garantia de vida para o cidadão brasileiro. Certa feita, enquanto os praieiros estiveram no poder (1845-1848), Fonseca entrou no bairro Santo Antônio em meio a uma artilharia pesada de 400 homens em luta, subiu num chafariz e bradou em prol das forças do governo revolucionário. Ele saiu ileso do tiroteio. Ocasionalmente não teve constrangimento em divergir dos correligionários, acusando-os de traição aos ideais revolucionários e servilidade à Coroa, denunciando tudo o que considerava incorreto ou desonesto. Toda a sua vida foi dedicada à luta em benefício do povo.

Epitácio Lindolpho da Silva Pessoa
Nasceu em Umbuzeiro, Paraíba, em 23 de maio de 1865. Advogado e professor pela Faculdade de Direito do Recife, aos vinte e cinco anos de idade revelou-se grande jurista como deputado da Constituinte de 1890. Foi deputado federal em duas oportunidades, ministro da Justiça e Presidente do Supremo Tribunal Federal, procurador-geral da República, três vezes senador e chefiou a delegação brasileira junto à Conferência de Versalhes. Como 12° Presidente da República (1919-1922) e primeiro nordestino nesse cargo, entre suas obras mais importantes citam-se os 1000 km de estrada de ferro no sul do país e a estrutura criada para enfrentar as secas nordestinas, através de mais de 200 açudes construídos. Enfrentou ferrenha oposição no círculo militar ao nomear um civil, o historiador Pandiá Calógeras, como Ministro da Guerra. Ao deixar a presidência foi eleito ministro da Corte Permanente de Justiça Internacional de Haia, na Holanda, exercendo o mandato até nov/1930. Senador pela Paraíba (1924-1930), preocupou-se sensivelmente com as pressões sofridas pelo sobrinho João Pessoa à frente do governo da Paraíba, cujo assassinato, em julho de 1930, o abalou profundamente. A partir de então, abandonou progressivamente as atividades públicas. Como presidente do Supremo Tribunal Federal, Presidente do Congresso e Presidente da República, Epitácio foi o único brasileiro a presidir os chamados Três Poderes Republicanos. Cardíaco e portador do Mal de Parkinson, faleceu em Petrópolis/RJ em fevereiro de 1942.

João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque
nasceu em Umbuzeiro, Paraíba, em 24 de janeiro de 1878. Era sobrinho de Epitácio Pessoa, que foi presidente da República de 1919 a 1922. Aos 16 anos entrou para o 27° Batalhão de Infantaria da capital paraibana e no ano seguinte ingressou na Escola Militar da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro. Posteriormente foi excluído do Exército por incapacidade física. Em 1903 concluiu o curso de Direito no Recife, ali exercendo a profissão até 1910, quando passou a morar no Rio de Janeiro. Por concurso público trabalhou na Justiça Militar, sendo nomeado, em 1918, auditor da Marinha e, em 1919, ministro do Supremo Tribunal Militar. Por indicação do tio Epitácio Pessoa foi candidato e efetivamente eleito em 1928 como presidente da Paraíba pelo Partido Republicano, mas manteve seu domicílio eleitoral no Rio de Janeiro. João Pessoa combateu a sonegação de impostos e o mau uso do dinheiro público; restaurou a economia paraibana através de incentivos à agricultura e a indústria; instituiu impostos sobre o comércio entre os estados limítrofes visando alavancar a arrecadação fiscal paraibana, o que lhe rendeu inimizades de oligarquias em todo o estado. Em março de 1930 foi candidato (derrotado) da Aliança Liberal à Vice–Presidência da República, na chapa encabeçada por Getúlio Vargas em oposição ao Governo Federal. No dia 26 de julho João Pessoa foi assassinado pelo advogado João Dantas ("sou João Dantas, a quem muito humilhaste"), por motivos passionais, na cidade do Recife. O ato, transformado pelos correligionários e a imprensa nacional em tragédia política, foi o gatilho para a explosão do movimento revolucionário iniciado em 03 de outubro de 1930.

João Rodrigues Coriolano de Meideiros (1875-1974)
Nasceu no sítio Várzea de Ovelha, atual município de Santa Terezinha/PB. Em 1877, fugindo da seca, sua família passou a residir em João Pessoa. Estudou no Lyceu Paraibano e posteriormente cursou até o terceiro ano da Faculdade de Direito de Olinda, em Pernambuco. Foi comerciário, comerciante, educador, jornalista, poeta, ensaísta, historiador, romancista e folclorista. Coriolano de Medeiros deu uma grande e valiosa contribuição à literatura paraibana. Idealista, fundou um curso de matemática na Associação dos Empregados do Comércio da Paraíba, o qual tornou-se o embrião da futura Academia de Comércio Epitácio Pessoa, oficialmente inaugurada em 1921. Coriolano foi sócio fundador do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano e mentor da instalação da Academia Paraibana de Letras, em 1941, sendo seu primeiro presidente. Além de artigos para vários jornais escreveu vários livros, entre eles o Dicionário Corográfico do Estado da Paraíba, em 1914. Encerrou sua carreira de docente em 1948, já sem visão, na Escola Underwood em João Pessoa.

José Américo de AlmeidaJosé Américo de Almeida (1887-1980)
Nascido em Areia (PB), bacharelou-se em advocacia pela Faculdade de Direito do Recife em 1908. Em 1911, aos 24 anos, foi nomeado procurador estadual e depois consultor-geral da Parahyba do Norte. Em 1928 lançou A Bagaceira, referência na literatura regional brasileira; nesse mesmo ano, como Secretário do Interior, apoiou a candidatura oposicionista de Getúlio Vargas para a presidência da república, que tinha João Pessoa como vice em sua chapa; em função da revolução de 1930, foi nomeado Secretário de Segurança e eleito Deputado Federal, tendo participado ativamente do movimento revolucionário que levaria à deposição do presidente Washington Luiz, sendo, por isto, designado chefe civil da revolução no norte e nordeste; após a posse de Vargas à frente do governo federal, foi nomeado ministro da Viação e Obras Públicas até 1934, quando exonerou-se do ministério e elegeu-se senador pela Paraíba; no ano seguinte, por requisição de Vargas, assumiu como ministro do Tribunal de Contas da União até 1947, quando elegeu-se senador pela Paraíba; fundou, então, o Partido Libertador, legenda pela qual elegeu-se governador do estado em 1950. Em 1953 deixou o governo paraibano e voltou a assumir o Ministério da Viação e Obras Públicas, durante o segundo governo de Vargas. Com a morte de Vargas exonerou-se do ministério para completar seu mandato no governo da Paraíba. Ao terminar sua gestão afastou-se dos cargos públicos. Manteve, porém, na região, forte influência política ainda por muitos anos. Em 1964, na semana que antecedeu o golpe militar que depôs o presidente João Goulart, o "homem do Cabo Branco" foi consultado inúmeras vezes por telefonemas de Brasília. Em 1967 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Em plena ditadura militar seu fichário de agentes políticos paraibanos continuou acionando indicações de primeiro e segundo escalões no governo estadual. Inteligência, argúcia, tenacidade, cultura e coragem são características que fizeram de José Américo o maior "coronel" que já existiu no cenário político nordestino. Faleceu em 1980, em sua casa no Cabo Branco, onde funciona a Fundação Casa de José Américo.

Lopo Curado Garro
Lopo Curado Garro é natural da cidade da Parahyba e um dos três governadores da aclamação da liberdade pernambucana naquela capitania, a natureza o ornou de talento perspicaz e de intrépido valor, com a espada e com a pena triunfou dos inimigos da pátria, alcançando pelas suas proezas fama perdurável e nome eterno” assim se expressou o beneditino D. Domingos de Loreto Couto. Não se tem muito sobre o grande capitão que liderou as tropas contra os holandeses, expulsando-os da cidade de Filipéia em 1645. Lopo Garro foi escolhido por João Fernandes Vieira e André Vidal de Negreiros, entre os homens nobres, fiéis e destemidos da paróquia, recebendo a patente de capitão, depois elevado a Governador da Restauração e da capitania da Paraíba, juntamente com Jerônimo de Cadena e Francisco Gomes Moniz. Esse triunvirato governou a capitania no período 1645-1655 cf José Otávio Mello citando o pesquisador Eduardo Martins. Em 23 de outubro de 1645 escreveu aos mestres de campo André Vidal de Negreiros e João Fernandes Vieira, governadores da liberdade de Pernambuco, a “Breve, verdadeira e autêntica Relação das últimas tiranias que os pérfidos Olandezes usaram com os moradores do Rio Grande". O texto é parte do Valoroso Lucideno (p277) composto por Frei Manuel Calado e editado por Domingos Correia, em Lisboa, no ano de 1668. Com esta carta, Lopo Curado Garro é tido como o primeiro autor paraibano a ter seu trabalho publicado. Lopo Garro é o patrono da Cadeira nº 08 do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano.

Luiz Ferreira Maciel Pinheiro, 1839-1889:
jornalista e poeta, abolicionista convicto e republicano fervoroso, demonstrou a grandeza dos seus ideais ao abandonar o quarto ano do curso de Direito para se alistar como voluntário para lutar na Guerra do Paraguai (1864-1870). Sua bravura foi cantada em versos pelo poeta Castro Alves, que o chamava de "peregrino audaz". Após a guerra terminou o curso, foi promotor e juiz de direito. Seu idealismo e dignidade o fizeram renunciar à magistratura em 1886 por sofrer perseguições como abolicionista e republicano. Morreu no Recife 6 dias antes de proclamada a república.

Napoleão Rodrigues Laureano, 1914-1951:
nascido em Natuba, município paraibano, diplomou-se em medicina em 1943 e especializou-se em cirurgia do câncer no antigo Serviço Nacional do Câncer, no Rio de Janeiro. Com consultório e domicílio em João Pessoa, onde foi eleito vereador em 1949, licenciou-se da Câmara pois descobriu estar com um câncer no maxilar e viajou aos Estados Unidos tentando um tratamento que, naquela época, se mostrava sem chances, porquanto o diagnóstico lhe apontava poucos meses de vida. Sentindo a dificuldade para a detecção e tratamento da doença no estado da Paraíba, Napoleão encetou uma campanha para a construção de um hospital em João Pessoa. Com a doença lhe corroendo o corpo - mas não os ânimos - conseguiu, por meio de rádios e jornais de vários estados, arregimentar multidões em prol da campanha cujo discurso feito no Rio de Janeiro tornou-se uma bandeira da luta pelo seu objetivo:
"Ilustres Senhores, ninguém poderá duvidar das minhas intenções, pois condenado como estou pela medicina, nada pretendo para mim. Profissionalmente me faltarão as forças necessárias para qualquer iniciativa. Assim, não peço para mim, mas para meus patrícios, para milhares de brasileiros que, pelo interior, são vítimas do mesmo mal que me acometeu..."
A campanha concretizaria, através de doações, a Fundação Napoleão Laureano e o início das obras do hospital que leva seu nome.   Esse grande paraibano faleceu em maio de 1951, em tratamento no Rio de Janeiro. Graças à sua atitude humanista criou-se uma nova consciência de apoio à luta contra o câncer no Brasil. O Hospital Napoleão Laureano continua sendo, ainda hoje, uma referência nacional no tratamento do câncer. 

Padre AzevedoPadre Azevedo, 1814-1880
Francisco João de Azevedo nasceu na cidade da Parahyba e começou sua vida profissional como tipógrafo. Estimulado pelo pai, exercitou e aprofundou seus conhecimentos de desenho e mecânica em geral. Em 1834 foi levado pelo bispo da Arquidiocese do Recife para o Seminário daquela cidade, onde ordenou-se em 1838. A partir de 1844 passou a lecionar no Arsenal de Guerra da Marinha de Pernambuco, onde desenvolveu sua máquina de escrever, toda em madeira, considerada uma invenção revolucionária, a qual foi apresentada e agraciada com medalha de ouro na Exposição Agrícola e Industrial da Província de Pernambuco no ano de 1861. Sua grande chance de patentear o invento seria a Exposição de Londres, em 1862. Entretanto, o Imperador D.Pedro II não se motivou a ajuda-lo nesse sentido. O invento ficou esquecido e ele voltou a residir na Paraíba. Existem suspeitas de que o padre foi, posteriormente, sabotado por um amigo americano que roubou os seus projetos e os vendeu nos Estados Unidos, porquanto a firma Sholes & Glidden patenteou em 1874, na cidade de Milwaukee, uma máquina em muito assemelhada ao modelo "Azevedo". O Padre, de caráter simples e despojado de visão patrimonialista, continuou lecionando matemática e geometria na Escola das Artes da cidade de Parahyba até o seu falecimento. Leia mais detalhes em www.calendario.cnt.br

Walfredo Guedes Pereira (1882-1954)
Nasceu em Bananeiras, brejo paraibano, onde sua família era proprietária de vários engenhos. Ainda estudante, participou, junto a José Américo de Almeida, do grupo "Jovens Turcos", através do qual iniciou seus primeiros passos rumo ao processo político regional. Graduado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1908, voltou ao torrão natal para clinicar profissionalmente. Foi prefeito da cidade da Parahyba do Norte no quadriênio 1920-1924, quando destacou-se pela honestidade, visão comunitária, autoridade e competência administrativa: em seu governo a cidade recebeu seu primeiro mapa urbanístico com projetos de abertura de avenidas e praças; urbanizou a Lagoa dos Irerês, que durante séculos foi um limitador do crescimento da cidade na direção do mar, transformando-a no belo Parque Solon de Lucena; iniciou o plano de esgotamento sanitário; implantou o Parque Zoo-botânico Arruda Câmara (Bica); ligou definitivamente o centro à orla marítima quando implantou a Avenida Epitácio Pessoa a partir da Praça da Independência, logradouro construído por si em terreno de sua propriedade e doado à comunidade. Em suma, um homem com visão de civilidade muito à frente do seu tempo. Para saber mais sobre este grande paraibano veja em www.hsvp-iwgp.com.br/

 


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